História da Paróquia  Matriz Nossa Senhora dos Navegantes

     A Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes foi criada por decreto do Cardeal e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, dia 1 de janeiro de 1945. O território da nossa Paróquia foi desmembrado da Paróquia Nossa Senhora do Bonsucesso. No decreto da criação, Dom Jaime escreveu que esse desmembramento e a criação da nova paróquia é benéfico, devido a zona industrial: “cuja tendência é de crescimento sempre maior”. O território da nova paróquia ocupava uma região à margem da Bahia de Guanabara, caracterizada primitivamente por vegetação de manguezal. Desde os anos cinquenta a região começou a ser ocupada pelas palafitas. As margens que, sofriam os efeitos das marés, foram aos poucos sendo aterrados com entulhos doados pela população vizinha e eventualmente pelo poder público despejando lixo. Com a abertura da Avenida Brasil, em meados da década de 1940, a ocupação e industrialização tomou impulso. Todo território do atual Complexo da Maré pertencia, na época, à União Federal, inclusive ao Exército Brasileiro, que aqui instalou em 1947 o 1⁰ Batalhão de Carros de Combate.

   A Paróquia foi instalada na rua Luiz Ferreira com terreno de 2.104,50 m², doado à Arquidiocese pelo Presidente Getúlio Vargas a 18 de junho de 1943. O decreto da doação teve as seguintes cláusulas: o terreno seria utilizado, exclusivamente, para a construção de uma igreja, de uma escola paroquial e dispensário de São Vicente de Paulo.  Tudo isso deveria ser concluído dentro de 10 anos.

       Dia 8 de abril de 1945 Pe. Francisco Domingos Carneiro, tomou posse da recém-criada Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, tornando-se assim o primeiro pároco desta. Dia 12 de agosto de 1946 foi abençoada e inaugurada a primeira Igreja Matriz, que era um antigo casarão adaptado à igreja. Dia 3 de julho de 1948 foi fundado na nossa Paróquia o Apostolado da Oração.

Em 29 de março de 1950 foi formada a Comissão de Obras da Nova Matriz. Nos dias de 12 a 14 de maio de 1950 Dom Jaime de Barros Câmara fez uma visita canônica da paróquia. Na ocasião o Arcebispo falou sobre a necessidade de construção da nova e mais ampla Matriz e que a planta da nova Matriz deve ser aprovada pela Mitra. A planta da igreja  foi apresentada ao Dom Jaime e dia 13 de agosto o mesmo abençoou a Pedra Fundamental. Naquela época já funcionava na Paróquia a Escola Primaria e Ginásio, gratuito, sob a direção do pároco Pe. Francisco Domingues Carneiro.

       As obras da atual Matriz começaram em junho de 1953. A planta da igreja é do engenheiro dr.Manuel Caldas e o principal construtor, mestre – obra, foi Sr.Manuel Francisco que, também era o Presidente da Comissão de Obras de Matriz. Drasticamente dia 23 de agosto de 1953, um forte vendaval derrubou a antiga Matriz, até então... um casarão adaptado à igreja. Catorze meses após de começar a construção da nova Matriz, dia 13 de setembro de 1954, faleceu Pe. Francisco Domingues Carneiro, primeiro pároco e idealizador da nova Matriz, quando se deu o acontecimento, abobada (Lage) da Matriz já estava sendo armada. 

       Logo mais, em 26 de setembro de 1954, Pe.João Barreto de Alencar assumiu a Paróquia como segundo pároco. Dia 19 de dezembro de 1954 foi abençoado o novo telhado da Matriz. Em 1955 a igreja já foi embolsada e em 27 de novembro de 1955, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Othon Motta abençoou e inaugurou o novo piso da Matriz e três vitrais: Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora das Graças (vitrais da atual Capela do Sagrado Coração). Em 8 de dezembro do mesmo ano o bispo auxiliar do Rio, Dom Pedro, abençoou o Altar-Mor (principal) de Nossa Senhora dos Navegantes, o vitral de São Pedro e a imagem da Padroeira, Nossa Senhora dos Navegantes. Esta última foi feita de cedro brasileiro, medindo 2 m. A belíssima imagem foi esculpida a pedido do Pe. Francisco Domingues Carneiro, custando na época, a imagem custou C$ 40.000,00. Parte do dinheiro foi arrecadado pelo Pe.Guilherme Ferreira, Capelão do 1⁰ Distrito Naval, entre o pessoal do Navio Duque de Caxias. A Imagem da Padroeira foi introduzida à Matriz e colocada no Altar-Mor dia 8 de dezembro de 1956, pelos marinheiros da Marinha Brasileira, chefiados pelo representante do Ministro da Marinha. No mesmo ano, dia 1 de maio de 1955, foi fundada na nossa Paróquia a Liga Católica.

Em 1957, com a autorização da Mitra Arquidiocesana, o Instituto Sagrada Família, foi transferido da Ilha do Governador para as dependências das Obras Sociais da Matriz de Nossa Senhora dos Navegantes. O Pároco, Pe. João Barreto tornou-se o diretor da obra.

      A partir de 1958 a festa da Padroeira, por decisão da Arquidiocese e seguindo costume do Sul do Brasil, começou a ser celebrada dia 02 de fevereiro. Até então, a festa da Padroeira era celebrada, ora em agosto, ora em dezembro, coincidindo com a Semana Nacional da Marinha. Em 1958 a Matriz ganhou as lambris (barra interna), toda de mármore Carrara e também foram abençoados outros vitrais.

    Na época do paroquiato do Pe.João Barreto de 1954-1962 a Paróquia, além da Matriz havia também: Capela Santa Luzia, Capela Santo Antônio na rua Capivari e Capela de Manguinhos. Existiam as seguintes associações: Apostolado da Oração, Cruzada Eucarística, Congregados Marianos, Liga Católica, Obra de Vocação e Vicentinos.

      Em 13 de setembro de 1963 os restos mortais do Pe.Domingues Carneiro, primeiro pároco, foram transladados para Matriz, como também, os da mãe dele. Os restos mortais foram depositados ao lado do Altar do Sagrado Coração, onde se encontram até hoje.

         Pe.João Barreto durante o seu paroquiato promoveu uma Campanha para construir uma torre ao lado da Matriz, mas resolveu, com o dinheiro arrecadado, construir uma Escola para as crianças.

    Em 13 de maio de 1962, Pe. Amaro José de Silva assumiu a paroquiato da Paróquia. Em abril de 1964 foi aberta na dependência da Matriz a Escola Pe.Francisco Domingues Carneiro com 400 alunos. Esta Escola funcionou até 1983. Em 10 de maio de 1968 foi inaugurada no Parque União – Maré, na rua da Paz, a Capela Nossa Senhora Rainha do Céu. Posteriormente esta Capela transformou-se em Paróquia Nossa Senhora da Paz.

       Dia 9 de junho de 1975 o novo pároco, Pe. Walter Júlio de Morais, cssp tomou posse da nossa comunidade. Durante o paroquiato do Pe.Walter foi reformada a casa paroquial e a Matriz por fora. Em setembro de 1975 foi instalado o Curso de Noivos. Em novembro do mesmo ano, iniciou-se Grupo dos Jovens - JONAVE – Jovens de Nossa Senhora dos Navegantes. Aumentou, significativamente o número dos catequistas. Em 1976 havia 436 catequizandos para 19 catequistas. Nos anos setenta, na nossa paróquia, viviam e trabalhavam as 4 Irmãs Missionárias de Charles de Foucauld, religiosas de fundação italiana. Essas religiosas viviam em condições iguais com povo. Moravam dentro da favela da Maré. Na favela do Parque União também morava no meio do povo o Pe.Valerio Basso de origem italiana, vivendo como operário.

     Nos anos setenta, todo território da paróquia já tinha bairros bem definidos, a saber: Baixa do Sapateiro, Timbau,  Parque União, Nova-Maré, Nova Holanda e Vila do João. Vale a nota o fato de que em 1980 a Paróquia com todas as suas capelas tinha 86 catequistas e 1600 catequizandos. Dia 21 de novembro de 1981, com a morte súbita, faleceu Pe.Walter.

      Em 07 de janeiro de 1983 começou o seu paroquiato o Pe.Agostinho Naduvilekoot, indiano. Em junho de 1983, Pe.Agostinho fez uma campanha para comprar o ostensório de 40 cm, 6 castiçais e um crucifixo para a Matriz, por fim, dia 3 de julho de 1983 houve bênção do novo ostensório, solene adoração e pregação do Dom José Palmeira Lessa, bispo auxiliar do Rio de Janeiro.

     No ano de 1983 foi resolvido por fim, o problema com a Escola do Pe.Carneiro ou “Escola Paroquial Nossa Senhora dos Navegantes”. Aconteceu que a Escola, que funcionava na Paróquia desde 1964, ocupou todas as salas, inclusive a secretaria da Paróquia. O Padre só tinha aceso a sua casa e a igreja. Os funcionários da Escola: diretora, professores e etc. tomavam café da manhã e almoçavam na casa paroquial à custas da Paróquia, não pagavam as bebidas na cantina paroquial e o telefone da paróquia era à disposição da escola. Em 1982 o bispo auxiliar da diocese do Rio pediu que, pelo menos uma parte do prédio fosse destinada às atividades paroquiais e um lugar para a secretaria paroquial, mas não conseguiu. Em 1983 o Governo Municipal cortou as bolsas do Salário Educação e a escola foi obrigada a fechar as portas e deixar os prédios.  Assim terminou, para sempre, a longa história da Escola Navegantes. Em 1984 alguns paroquianos tentavam reabrir a escola, mas a Mitra Arquidiocesana do Rio não permitiu. No mesmo ano foi reformada a casa paroquial, construída a garagem e reformada a Capela das Almas. Naquele ano a Paróquia tinha 6 capelas, a saber: Capela São José na Vila do João com a Missa dominical, Capela Sagrada Família na Nova Holanda com Missa dominical, Capela de Nossa Senhora da Paz no Parque União com Missa dominical, Capela Jesus de Nazaré na Maré com Missa dominical. Em outras duas a Missa era celebrada uma vez por mês. As Comunidades que compunham a nossa Paróquia eram: Favela de Rubens Vaz, Parque União, Nova Holanda, Favela da Maré, Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Favela do Pinheiro e Vila do João.

     Dia 03 de novembro de 1985 houve a despedida do Pe.Agostinho. Até a nomeação e chegada do novo pároco ficou aqui Pe. Pedro Paulo Alves dos Santos. Em 16 de janeiro de 1986 chegou e foi apresentado ao povo o novo pároco: Pe.José Roberto da Silva. Junto com ele começou a trabalhar também um diácono, Tomas Kizhakethayil Chacko, um indiano, atualmente padre da nossa diocese.  Em 1986 foi fundado na Matriz Grupo de Oração Sião, da Renovação Carismática Católica. Nos anos oitenta e noventa, na Comunidade da Maré, na Capela Jesus de Nazaré trabalhou Pe.Pierro, um italiano, junto com as irmãs religiosas de Charles de Foucauld. Pe. José Roberto da Silva trabalhou na paróquia até ao final de agosto de 1989. Dia 3 de setembro deixou a paróquia e foi para Roma para estudar. Na época do paroquiato do Pe.José, foi colocada na frente da Matriz a grade e foi feito um jardim. Também Pe.José começou a reforma das salas de catequese e do Salão Paroquial. A partir do dia 3 de setembro de 1989 até fevereiro de 1990, trabalhou na Paróquia Pe.Eduardo Carlos, recém-ordenado, como vigário paroquial.

     Dia 18 de fevereiro de 1990 começaram a trabalhar na Paróquia os padres religiosos da Congregação Sociedade Joseleitos de Cristo. No mesmo dia tomou posse Pe.José Policarpo Silva como Administrador paroquial e Pe.Eugênio de Sena Monteiro como vigário paroquial. Vale anotar que além do Pe.José Policarpo e Pe.Eugênio trabalhavam na Paróquia: Pe.Giuseppe Pierro Oliveiro como vigário paroquial e mais três Irmãs da sua Comunidade religiosa: Movimento Contemplativo Missionário, conhecidas como Irmãs Foucauld. Pe. Pierro e as Irmãs trabalhavam na Maré e Nova Holanda, moravam num barraco. Na coordenação do trabalho pastoral ajudavam as Irmãs Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, conhecidas como Cabrinianas. Durante o paroquiato do Pe.Policárpo de 1990 a 1994 foram convocadas duas Assembleias Paroquias. Uma em março de 1991 e a segunda em novembro de 1992.

        Em março de 1994 Pe.José Raimundo, joseleito tomou posse da Paróquia e Pe. José Policarpo continuou na Paróquia como vigário. Dia 29 de maio de 1994, Dom Rafael, bispo auxiliar do Rio, abençoou a Capela- Igreja Jesus de Nazaré, que fazia parte da nossa Paróquia.  Em dezembro de 1995 Pe.José Raimundo, por motivos de saúde, deixou a paróquia e assim ficaram apenas Pe.José Policarpo, Pe.Eugênio e Pe.Pierro. Em 27 de abril de 1996 foram nomeados mais dois novos vigários da Paróquia dos Navegantes, que moravam nas respectivas Comunidades: Pe.Alberto Gonzaga de Alméida na, quase paróquia S.José Operário da Vila do João /Pinheiros e Pe.João Damasceno da Cruz Filho na, quase paróquia, Nossa Senhora da Paz do Parque União e Capela Sagrada Família Nova Holanda. Dia 28 de outubro de 1996, a Capela Nossa Senhora da Paz foi transformada em paróquia e Pe.João Damasceno em primeiro pároco. Em maio de 1996 Pe.Elias Pinto, joseleito, foi nomeado como pároco da nossa Paróquia. O paroquiado do Pe.Elias durou apenas um ano, pois em 4 de junho de 1997, a paróquia foi assumida pelos Padres Pallotinos – Sociedade do Apostolado Católico.

     Foi Pe.João Sopicki, sac, na época Superior dos Padres Palotinos no Rio de Janeiro que assumiu a paróquia como Administrador Paroquial até a nomeação de um pároco definitivo. Pe.João Sopicki assim registrou no Livro de Tombo da Paróquia a razão de assumir os Navegantes: “Quero registrar neste Livro de Tombo, as circunstâncias da vinda dos Palotinos para esta Paróquia. Sendo Superior da Delegatura e sentindo uma necessidade de situar o Seminário Maior Palotino mais perto do Centro da cidade, em audiência com Sr.Cardeal Dom Eugenio de Araújo Sales em 25 de julho de 1996, apresentei um pedido que nos fosse cedido uma igreja, não necessariamente uma paróquia, para atender as nossas necessidades. Depois de várias consultas com Dom Augusto José Zini Filho, Moderador da Cúria que foi autorizado a tratar este assunto, em fins de abril de 1997 foi nos comunicada a decisão de assumirmos a Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes. Não podendo apresentar logo um pároco, assumi a paróquia provisoriamente, atendendo todas as celebrações durante dois meses”.

  Dois meses depois os Palotinos assumirem a Paróquia, dia 4 de agosto de 1998 foi nomeado o pároco definitivo: Pe.João Pedro Stawicki, sac que até então era vigário na paróquia Nossa Senhora de Fátima em Niterói – Pendotiba. Pe.João Pedro começou o seu paroquiado dia 10 de agosto de 1997, como primeiro pároco palotino. Em outubro do mesmo ano houve a visita do Papa João Paulo II ao Rio de Janeiro por ocasião do Encontro Mundial das Famílias. A nossa Paróquia participou ativamente desse evento acolhendo 30 famílias e 250 paroquianos participaram no encontro com Papa no Maracanã.

      Em Janeiro de 1998 começou na nossa Paróquia o curso pré-vestibular para 140 jovens do Complexo da Maré. Todas as noites as salas do nosso Centro Pastoral eram ocupadas pelos jovens. Em 1998 a paróquia possuía várias  Pastorais e Movimentos e 241 dizimistas. Dia 2 de março de 1998 Pe.Adam Kowalik, sac, recém-chegado de Roma, com doutorado em Direito Canônico, começou a morar na nossa Paróquia e trabalhar no Tribunal Eclesiástico da nossa Arquidiocese como Defensor do Vínculo Matrimonial. Pe.João Pedro Stawicki, sac trabalhou na nossa paróquia até 31 de maio de 1998, neste dia, durante a Missa de Pentecostes foi anunciado que seria transferido para Paróquia São Sebastião em Niterói – Itaipú. Sendo assim, Pe.Adam Kowalik, sac foi nomeado o novo pároco dos Navegantes.

     Nos dias 13,14 e 15 de novembro de 1998 bispo auxiliar, Dom João Corço, fez uma visita canônica na Paróquia. Naquela ano a Paróquia tinha 600 catequizandos e 60 catequistas, 28 Círculos Bíblicos, Equipe de Liturgia, Apostolado do “ Grupo Sião” com 200 membros e mais “Fonte de Misericórdia” com 40, Pastoral Familiar com 10 casais que visitavam as famílias e preparavam os casais para os casamentos comunitários, 15 Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, Pastoral dos Jovens, Grupo Renascer, que era responsável pela preparação dos jovens para crisma também editavam um informativo paroquial “Navegantes”, Legião de Maria com 14 legionárias, Congregação Mariana, Missão popular com 45 missionários, Neocatecumenato com 40 participantes, Pastoral do Batismo com 12 agentes da Pastoral, Liga Católica com 35 membros, Pastoral do Dízimo com 260 dizimistas, Pastoral da Crisma com 150 crismandos e 12 catequistas, Grupo Musical “Profetas do Ágape”.

No ano Jubilar 2000 a Missão Popular da Paróquia visitou 512 famílias com o apoio do Neocatecumenato. No dia 29 de junho de 2002 foi inaugurada uma nova Capela de São Paulo e São Pedro. A Capela é localizada na rua Bento Ribeiro Dantas, na beira da Linha Amarela. Pe.Adam, pároco na época, comprou com ajuda da ADVENIAT, duas residências conjugadas. Em 2003 a Pastoral Social contava com 10 agentes pastoral, distribuindo 100 bolsa de alimentos todo mês. Em outubro de 2004 foi fundada na Paróquia a Pastoral de Acolhida. Em 2005 foi inaugurada mais uma capela na Paróquia: Capela Nossa Senhora do Perpetuo Socorro no Morro do Timbau. Em 2005 houve um roubo na Matriz, foram roubadas: ostensório, turíbulo e naveta. No dia 17 de agosto de 2005 se deu a fundação do novo Grupo de Oração “Fontes de Misericórdia” na Capela São Pedro e São Paulo. Dia 8 de janeiro de 2006 no Domingo da Epifania, Pe.Jacinto Wójcik, sac começou o seu paroquiato, tornando-se assim o nosso novo Pároco. Pe.Adam Kowalik, sac foi transferido à Paróquia Nossa Senhora de Fátima no Alto da Boa Vista. De 6 à 13 de janeiro de 2008 foi celebrada na Paróquia, por iniciativa do Pe.Jacinto, o Oitavário da Epifania, recordando uma tradição iniciada por São Vicente Pallotti. Nos anos 2007 e 2008 aconteceu na Paróquia, na época das férias de verão, a Colônia de Férias. No ano 2008 durante duas semanas de Colônia, cerca de 100 crianças participaram de atividades educativas e esportivas. Dia 13 de maio de 2008 foi inaugurado e abençoaoa pelo Pe.Jacinto Wójcik, sac o oratório de Nossa Senhora dos Navegantes no pátio da Matriz. Aos 19 dias do mês de março de 2009, às 19h, Pe.Jacinto celebrou a Missa da despedida com a Paróquia, pois foi transferido para Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Itaipuaçu na Arquidiocese de Niterói.

  

Dia 23 de março de 2009 Pe.João Antônio Baraniecki, sac tomou posse da nossa Paróquia. A partir de junho de 2009, por iniciativa do Pe.João Antônio, a Procissão do Corpus Christi acontece junto com as três paróquias vizinhas, a saber: Paróquia Jesus de Nazaré, Paróquia Sagrada Família e Paróquia Nossa Senhora da Paz. A Procissão percorre as ruas das 4 paróquias do  Complexo da Maré e dura cerca de 2 horas. Dia 31 de janeiro de 2010 aconteceu a 1ᵃ Carreata com a Imagem de Nossa Senhora dos Navegantes. Em novembro do mesmo ano houve 1ᵃ Jornada Jovens Navegantes. A partir do ano 2012 Pe.João Antônio começou a reforma dos vitrais da Matriz que durou até 2014.

       Em 2015 a Oficina Escola de Manguinhos/ Casa Oswaldo Cruz através do Curso de Artes de Pintura Tradicional, se ofereceu para pintar, gratuitamente três afrescos na nossa Matriz. Em 2015 foi pintado na Capela Lateral (antigo baptistério) o afresco “Crucificação de Jesus” por Virgílio Dias e o afresco “Pães e peixes” de Vladimir Valente pintado no balcão do coro da Igreja Matriz. Em 2016 os três pinores: Rafael Bteshe, Bárbara Sotério e Gabriel D`amto pintaram o afresco central no arco cruzeiro intitulado “Os pescadores do Evangelho”. Os afrescos fazem parte de um  roteiro artístico-cultural (exposição permanente) com mais 9 murais em afresco executados em outros edifícios da cidade.

    Aos quatro dias do mês de maio por volta das 06h aos 63 anos, faleceu Pe. João Antônio Baraniecki, sac, vítima do infarto agudo do miocárdio. Dia 5 de maio às 19h Dom Orani João Cardeal Tempesta, Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro com dois bispos auxiliares: D.Paulo e D.Joel com numerosos padres do Vicariato de Leopoldina e padres palotinos, celebraram a Missa de corpo presente. No dia seguinte o corpo do Pe.João Antônio foi transladado para Niterói onde foi enterrado no Cemitério Parque da Colina, no túmulo dos Padres Palotinos.

    Sete meses depois da morte do Pe.João Antônio veio Pe.Paulo Kowalczyk,sac para inaugurar o seu paroquiato no dia 7 de dezembro de 2017.

 

Pe.Paulo Kowalczyk,sac

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